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terça-feira, 6 de junho de 2017

É mesmo o que parece.



Sim, é um ovo partido. Não, não vou reflectir sobre as qualidades nutricionais do ovo, nem sobre as teorias que defendem que é saudável comer até três ovos por dia, nem tão pouco me interrogo ou vos interrogo sobre a célebre dúvida, "Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?".
Nada disso, um ovo é sempre um ovo quer esteja inteiro, partido ou cozinhado. A vida humana é sempre a vida humana, quer o princípio da realidade nos leve a diferenciar raças, credos, ideologias políticas ou questões de estilo e de linguagem. O Professor José Manuel Pureza disse um dia numa entrevista que, "O mal tem no sofrimento de cada homem, mulher, idoso, criança, a ausência de resposta para o que lhe acontece.".
Não deveríamos fazer outra coisa senão recordar as razões de viver. O desprezo pela vida humana, pela própria vida enche os telejornais de todo o mundo. Porque está mal, o que está mal?
 Parece-me, que a resposta de tão complexa e cheia de incoerências não nos leva a lado nenhum.
Querem-se termos certos para pensar em tudo isto. A analogia entre o ovo, nos seus possíveis estados e a vida humana, poderá não ter sido a melhor para passar a mensagem. Há coisas que não sei escrever.
Que fique, pelo menos bem vincada, a diplomacia da amizade para a construção de um mundo melhor.


N.B.



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